Sem eles impossível viver.
Eu cultivo alguns hábitos que me fazem bem, e o último que inseri em minha vida foi relacionado a alimentação. Comer de três em três horas certinho para acostumar meu corpo a queimar mais calorias do que o necessário, foi um ótimo hábito que criei para mim.
Nosso cérebro tem uma enorme capacidade para criar hábitos e para memorizá-los de forma que eles nunca sejam esquecidos. Mas nosso cérebro não tem capacidade para distinguir o que são hábitos bons e ruins.
Os hábitos surgem porque nosso cérebro está sempre tentando achar um jeitinho pra economizar energia, para não pensar mas na atividade que estamos realizando e com isso, nos colocar na "tecla" automática.
Então reconhecer os hábitos que nos fazem bem ou mal não é tarefa fácil, mas depois que reconhecemos, para mudá-los, leva tempo.
Para que um novo hábito seja criado é necessário que haja uma deixa, depois a rotina daquela deixa e com isso a recompensa. Vou dar um exemplo claro. O exemplo de quem fuma.
Quem fuma adora na maioria das vezes tomar um café, a deixa para fumar naquele horário é o cafezinho, depois vem o prazer que o cigarro causa e a recompensa (o ato de fumar).
Esse trecho da reportagem publicada no portal R7 traduz exatamente o meu pensamento sobre o livro:
Duhigg
traduz para leigos o que leu em centenas de artigos acadêmicos, entrevistas com
cientistas e executivos e pesquisas com empresas. O autor apresenta um
argumento animador: a chave para se exercitar regularmente, perder peso, educar
bem os filhos, se tornar uma pessoa mais produtiva, criar empresas
revolucionárias e ter sucesso é entender como os hábitos funcionam.
Transformá-los pode gerar bilhões e significar a diferença entre fracasso e
sucesso, vida e morte.
Retirado do Portal R7, aqui.
De fato um livro muito interessante, mas o que mais me valeu nele é saber que somos nós os responsáveis por criar hábitos bons ou ruins e cabe a nós, identificá-los para a mudança da nossa vida.