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28 de junho de 2013

Pavê de Frutas

Faz tanto tempo que não posto uma receita por aqui né... 

Esse Pavê de Frutas fiz para receber alguns amigos em casa, ficou super saboroso e com creme suave. Eu não gosto de sobremesa muito doce, pra falar a verdade, nesse tempo de reeducação alimentar eu evito, mas como tinha visita em casa, acabei fazendo.

Quem me ensinou essa receita foi minha amiga Regina. 

Pavê de Frutas, pêssego, damasco, chocolate

Ingredientes:

(Creme)
- 1 Caixinha de Pudim
- 1 Lata de leite condensado
- 1 Colher Generosa de amido de milho
- Leite
- 6 Colheres de Rum (Eu usei só 3)
- 2 Caixas de creme de leite sem soro gelado

(Recheio)
- Meia Lata de Pêssego Picado
- 5 Damascos picados e hidratados
- Meio Abacaxi em calda picado

Biscoito Champanhe de sua preferência


Creme

Prepare a receita do pudim seguindo orientações da caixinha. Antes que o pudim fique pronto acrescente o rum, o leite condensado e o amido de milho. O creme ficará bem consistente. Deixe esfriar.

Depois de frio, bata em velocidade média na batedeira esse creme junto as duas caixas de creme de leite. Deixe bater por cerca de uns oito minutos, quanto mais tempo bater, mais aerado ficará o creme.

Montagem

Monte o Pavê iniciando com uma camada de creme e depois biscoitos + creme + frutas e assim por diante. Não precisa molhar os biscoitos pois o creme deixará ele bem molhadinho.

Eu sempre preparo essa receita de um dia para o outro, fica uma delícia.

24 de junho de 2013

Espanhola

Essa semana foi bem agitada por aqui, semana em que a Letícia teve apresentação na escola, o tema era sobre a Espanha.

Abaixo uma foto dela apresentando o Leque, e a melhor amiga Isabela apresentando o Xale, itens usados na Espanha. 

O tema pedia que as meninas usassem camisa vermelha e  que seus cabelos estivessem enfeitados com flores vermelhas. Para variar a mamãe aqui esqueceu de comprar as flores para o cabelo, então marido teve que ir correndo numa lojinha de R$1,99 (que não tem nada de R$1,99) para comprar uma flor... 

Fiz um penteado e até que ficou bonitinho né... olhem:


Pronto, tudo resolvido, criança feliz, mãe feliz !

Usar a criatividade sempre é bom... 

Essa semana, resolvi fazer arte, encapei caixas de sapatos para organizar os lápis de cor e giz de cera que tanto me perseguem e que ficam jogados pela casa, contei com a valiosíssima ajuda da Letícia, que fez a parte chata do artesanato, passar cola!
  
                    

Também encapei uma pastinha pra colocar minhas anotações... 


João também teve apresentação na escola, olhem que bonitinho... 


Hoje, mais uma semana chegando e muita coisa boa irá acontecer!

Desejo tudo de bom pra você!

8 de junho de 2013

Esmalte e Amor

Amor é conviver diariamente... 

Hoje a nossa querida Fernanda escolheu um tema muito gostoso para nossa Blogagem de Esmaltes, do qual eu gosto, o amor.

Amar é estar perto, é cuidar é compartilhar...
Compartilhar as alegrias, as dores, as perdas... tudo! Quem tem a alegria de vivenciar um grande amor, sólido e fundamentado no carinho e na compreensão, sabe que a paixão pode até parecer mais intensa, mais gostosa, mas o amor é mais duradouro.



Escolhi para essa blogagem o Polar e o Luna, cores clarinhas da Impala... 

Na Blogagem Esmalte e Palavras de Amor eu escrevi... 

"O amor verdadeiro em minha opinião, é aquele do dia a dia, dos pequenos gestos, dos pequenos sorrisos, dos olhares...

A Paixão é ótima, o carinho, o cheiro, o tesão... mas amor mesmo, puro e sincero, é aquele que você compartilha, seja lá o que for, desde as coisas bem pequenas as coisas mais profundas. 

Compartilha as derrotas, as conquistas, compartilha o humor, a preocupação... tudo isso, é amor".


E a minha opinião sobre o amor ainda continua a mesma... 


Deixo um poema publicado originalmente aqui  no Blog de Vinicius de Moraes. 

PARA VIVER UM GRANDE AMOR
VINICIUS DE MORAES - 1980 - ED. CÍRCULO DO LIVRO

Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso - para viver um grande amor.
Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher...-não tem nenhum valor.
Para viver um grande amor , primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro - seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada - para viver um grande amor.
Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo" que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado para chatear o grande amor.
Para viver um grande amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fieldade - para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor. Para viver um grande amor, Il faut, além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô - para viver um grande amor.
Para viver um grande amor perfeito, não basta apenas ser bom sujeito, é preciso também ter muito peito - peito de remador. É preciso olhar sempre a bem amada como sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.
É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista - muito mais, muito mais que na modista! - para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...
Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs - comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?
Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto até ser, se possível, um só defunto - pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente - e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia - para viver um grande amor.
É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que - que não quer nada com o amor.
Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar e bem-amada - para viver um grande amor.



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7 de junho de 2013

Pequenas Felicidades

Nesse dia quero focar minhas pequenas felicidades voltado para a ...

Saúde

Yes!
Essa semana dei uma caprichada na alimentação e voltei a colocar diariamente, verduras e legumes na mesa! Foto da saladinha de alface e repolho:


Eu sempre deixo a saladinha na água com esse produto, assim fica tudo limpinho de desinfetado! 


Puri Verd

Iniciei essa semana a leitura desse livro, assim que acabar venho postar uma crônica bem bacana pra vocês! Livro bom, maravilhoso!


Me arrisquei no ponto cruz... olhem:


Mais felicidades aqui www.botoezinhos.com

6 de junho de 2013

Convívio

Cada dia que passa incorporo mais esta verdade, de que eles não vivem senão em nós
E por isso vivem tão pouco; tão intervalado; tão débil. 
Fora de nós é que talvez deixaram de viver, para o que se chama tempo.

E essa eternidade negativa não nos desola. 
Pouco ou mal que eles vivam dentro de nós, é a vida não obstante.
E já não enfrentamos a morte, de sempre trazê-la conosco.
Mas, como estão longe, ao mesmo tempo que nossos atuais habitantes e nossos hóspedes e nossos tecidos e a circulação nossa! 
A mais tênue forma exterior nos atinge.
O próximo existe, mas que oblíquos! e mesmo sorrindo, que disfarçados... 

Há que renunciar a toda procura. 
Não os encontraríamos, ao encontrá-los.
Ter e não ter em nós um vaso sagrado, 
Um depósito e uma presença contínua, 
Está é a nossa condição, enquanto, 
Sem condição, transitamos 
e julgamos amar
e calamo-nos. 

Ou talvez existamos somente neles, que são omissos, e nossa existência, 
apenas uma forma impura de silêncio, que preferiram. 

Poema retirado do livro: 
Antologia Poética
Editora Record
48 edição
2001
Carlos Drummond de Andrade


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